Supercomputador da NVIDIA combina processamento de mais de 18 mil GPUs Tesla K20

segunda-feira, 29 de outubro de 2012


Apelidada de Titan, máquina será utilizada para analisar fenômenos físicos e biológicos em centro de pesquisas no Tennessee.

Supercomputador da NVIDIA combina processamento de mais de 18 mil GPUs Tesla K20 
(Fonte da imagem: Reprodução/VR Zone)

A NVIDIA anunciou a criação de um dos supercomputadores voltados para pesquisas científicas mais rápidos do mundo. Chamado de Titan pelos pesquisadores do Oak Ridge National Laboratory, onde está instalado, a supemáquina registra picos de desempenho de mais de 20 petaflops (ou seja, 20 bilhões de operações por segundo), sendo que 90% de seu potencial provem de 18.838 GPUs Tesla K20.
De acordo com a NVIDIA, o Titan é 10 vezes mais rápido e 5 vezes mais econômico que o antigo Supercomputador Jaguar, da AMD, e seus 2,3 petaflops. Além das mais de 18 mil GPUs Tesla K20, o computador de Oak Ridge também conta com 710 TB de memória para realizar as suas tarefas.
Fonte: VR Zone

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Afinal, o que muda com a IPTV?




Afinal, o que muda com a IPTV?
O serviço de Internet Protocol Television (IPTV) está sendo anunciado por várias empresas no Brasil e aos poucos a população passa a ter acesso a mais esta inovação tecnologia. Mas o que a IPTV traz de novo? Interatividade, conteúdo diversificado e alta qualidade da imagem e do som. Acredito que estes sejam ingredientes suficientes para atrair milhões de usuários em pouco tempo.
IPTV é a transmissão de sinais televisivos pela internet, e não por antena ou cabo, como temos hoje. Os sinais são recebidos por um aparelho chamado set-top box e convertidos para que sejam visualizados na televisão. Para funcionar é necessário uma conexão banda larga com a internet de no mínimo 4 Mbps. Os conteúdos são enviados por streaming, mas não distribuídos, o que garante a alta qualidade da imagem e do som e diferencia o IPTV da WebTV.
Como necessita de uma internet de alta velocidade, as empresas têm optado por oferecer este serviço através de fibra ótica. Mas estas redes ainda são poucas. A Vivo, uma das empresas que anunciou recentemente o serviço de IPTV, o Vivo TV Fibra, estima que até meados de 2013 cerca de 1,5 milhão de residências no estado de São Paulo contem com rede de fibra óptica. Até setembro deste ano eram 100 mil domicílios.
A fibra óptica é a melhor opção para a IPTV por não ser suscetível à interferência eletromagnética e ainda possuir a capacidade de transmitir uma grande quantidade de dados. Além disso, o vidro, que é o material mais comum na fabricação das fibras, é um mineral abundante. Mas o custo de compra e manutenção da fibra óptica ainda é muito elevado e a fragilidade do material também é uma desvantagem.
Outra questão que aparece quando falamos em IPTV é a plataforma utilizada para o desenvolvimento dos aplicativos. No início deste ano, o governo divulgou uma portaria que obriga as fabricantes de televisores de cristal líquido e plasma a implantarem o Ginga, que é um software livre nacional, em seus aparelhos. Esta plataforma permite a interatividade na TV Digital, mas ainda não é a ideal para o nível de tecnologia que as empresas querem oferecer aos consumidores. A qualidade da interatividade proporcionada será o diferencial entre as empresas que oferecem a IPTV. Por isso, é necessário investir em uma plataforma que apresente recursos aos desenvolvedores.
A IPTV ainda está no início aqui no Brasil e por isso levará certo tempo para se tornar popular. Além da internet de alta velocidade, para utilizar a IPTV é necessário possuir uma smart TV ou TV conectada. Estes aparelhos foram lançados em 2011 e ainda possuem um valor elevado. Mesmo assim a venda das TVs conectadas vem crescendo. Dados da Sony Brasil apontam que até o final de 2012, 40% dos aparelhos vendidos serão de smart TVs. E em 2014, quando teremos a Copa do Mundo, 20 milhões de residências terão TVs conectadas.
A interatividade está cada vez mais inerente a nossa sociedade, assim como a busca por inovações tecnológicas. Apesar de ainda apresentar desafios para as empresas na área de desenvolvimento de aplicações e implantação das redes de fibra óptica, o IPTV tem tudo para atrair os consumidores. As tecnologias estão avançadas nestes setores e, em breve, a IPTV será tão popular quanto a TV a cabo é hoje.

Fonte: Techlider
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Positivo lança smartphone Ypy S400 com Android 4.0 no Brasil


A Positivo anunciou hoje o lançamento do seu primeiro smartphone com Android 4.0 no Brasil, o Ypy S400. O aparelho possui tela sensível ao toque com 4 polegadas, suporte para dois chips SIM e vem equipado com o processador dual-core Qualcomm Snapdragon 8225 com 1GHz.
Além disso, ele possui duas câmeras (uma VGA e uma com 5 megapixels), sensores de iluminação e proximidade, acelerômetro, 4 GB de capacidade para armazenamento, 2 GB de memória RAM e custa R$ 749.
O Ypy S400 também traz suporte para Wi-Fi e Bluetooth 3.0.
Positivo Ypy S400
Fonte: Baboo
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Aprenda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros


Nem todos os arquivos que prejudicam seu PC são vírus.



Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programas maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.

Vírus

O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.

Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.
Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.

Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.

Worms
Esses vermes não são inofensivos.Um worm (verme, em inglês) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).

Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.

Trojan

Tome cuidado com este Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.

Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.

Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.

Rootkits

Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.

O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.

Spywares

Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.

Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).

Os spywares viraram alvo de programas específicos.Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.


Adware

O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.

Adwares são mais chatos do que perigosos.Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.

Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.
 
Fonte: http://omsdbweb.blogspot.com.br
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